Queremos celeridade e justiça no caso Geovani

a_Geovani2.pngComo é do triste conhecimento de todos nós cabo-verdianos, no país e na diáspora, Luís Geovani dos Santos Rodrigues, natural dos Mosteiros, Ilha do Fogo, foi covarde e barbaramente assassinado em Portugal.

Apesar da pouca relevância dada ao caso, pela tardia cobertura da impressa portuguesa, já foi noticiado que o jovem estudante, que vivia há dois meses no país, foi atacado na madrugada do dia 21 de dezembro por 15 covardes à saída de uma discoteca em Bragança. Geovani acabou por falecer na véspera do ano novo, dez dias após internado em estado grave, quando o caso veio à tona e ganhou outros contornos.

Devido ao forte racismo em Portugal e aos casos recorrentes com motivação racial, multiplicam-se as vozes, em Portugal e em Cabo Verde, que associam o caso ao ódio racial. Motivo ainda por decifrar, mas já descartado pela imprensa lusa. Estando esse motivo associado ou não ao caso, o que todos nós cabo-verdianos queremos é celeridade e justiça.

Alguns políticos já manifestaram confiança na justiça portuguesa, apesar da morosidade e silêncio. Até esta, já lá vão duas semanas, pouco ou nada foi esclarecido pela autoridade portuguesa. Ainda fica por descobrir, esclarecer e prender os responsáveis pelo bárbaro crime. Já a autópsia, segundo noticiado, é inconclusivo, o que pode levantar a possibilidade de a morte não ter sido motivada pelas agressões que Giovani sofreu. Por isso, a nossa preocupação é que esse caso seja de algum modo moroso, tenha parcialidade e os culpados beneficiados, ao invés de pronta e justamente punidos.


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